segunda-feira, 4 de abril de 2011

SESSÕES ITINERANTES SÃO APROVADAS

Aprovados dois requerimentos da vereadora Natália Lúcia Petry (PSB) para realização de Sessão Itinerante nas dependências da Escola Municipal de Ensino Fundamental Erich Blosfeld, na Ilha da Figueira, no mês de agosto, e de audiência pública na Boa Vista, no decorrer do presente ano em data e local a serem fixados.

“O Águas Claras é um bairro novo e a comunidade tem muitas reivindicações. Ela não aceita mais que seja colocada nas questões da Ilha da Figueira”, comentou a proponente, pedindo também o voto favorável para o evento no Boa Vista.

Morador da Ilha da Figueira, o vereador Francisco Alves (PT) pediu para ter o nome incluído nas proposições. Os requerimentos foram aprovados por unanimidade.

segunda-feira, 28 de março de 2011

CÂMARA CELBRA O DIA DA EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO

Na quinta-feira, 24, a Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul realizou sessão solene em comemoração aos 77 anos de emancipação política e administrativa do município. Neste ano, os primeiros funcionários do Legislativo foram homenageados.

Manoel Luiz da Silva foi o primeiro funcionário da Câmara. Em 1947, ele assumiu o cargo de diretor de expediente, encerrando suas atividades um ano depois. Ruth Schneider assumiu as funções.

Em 1950, Renata Burow Hufenüssler passou a fazer parte dos quadros do Legislativo, até o ano de 1954. De 1954 a 1956, Glaci Ribeiro Reinke foi funcionária. Maria Cacilda Wunderlich de 1956 a 1958 e Renata Wunderlich Fischer foi substituta no cargo de diretor de Secretaria de 1948 a janeiro de 1958 e nomeada ao mesmo cargo em janeiro de 1959 até o final de 1962.

Todos foram homenageados na solenidade, ou representados por familiares, no caso dos já falecidos.

O dia 25 de julho simboliza a data em que Emílio Carlos Jourdan demarcou as terras pertences à Princesa Isabel, sendo anexo de Joinville.

A emancipação política foi uma ação importante para o desenvolvimento da cidade. No ano de 1934, Jaraguá do Sul deixou de ser um distrito e passou a ser considerado município. A instalação da Câmara de Vereadores ocorreu dois anos depois, juntamente com a sua primeira legislatura.

A Câmara Municipal exerceu suas funções no mesmo prédio da Prefeitura durante 52 anos. Em 1987, adquiriu sua sede própria e em 2000, passou a funcionar no prédio atual, na rua Getúlio Vargas.

A iniciativa de promover a sessão solene partiu da vereadora Natália Petry (PSB), em projeto de lei aprovado no ano passado. Natália exaltou em seu discurso a importância de resgatar a história, “já que vivemos num espaço público de discussão e liberdade de expressão”. A vereadora afirmou que não tem como se falar em emancipação política sem se falar da importante participação do Poder Legislativo neste processo.

“Todos nós temos o dever de lutar pelo fortalecimento do Poder Legislativo, pois ao fortalecê-lo estaremos fortalecendo a política da nossa região e, mais do que isso, estaremos fortalecendo a ideia de liberdade que uma emancipação política compreende”, encerrou.

Em nome de todos os homenageados, Glaci Ribeiro Reinke falou sobre a década de 50 em Jaraguá do Sul, em especial, pois foi o tempo em que trabalhou na Câmara. “Guardo na lembrança a figura de cada vereador da legislatura de 51 a 55. Meu trabalho na Câmara de Vereadores, de 54 a 56, só teve fim ao fato de eu ter me casado e ido morar em Massaranduba”, contou. Glaci relembrou também, em detalhes, como era Jaraguá do Sul e como a sociedade viva a época. “Tenho certeza que aqui em Jaraguá eu dei a minha contribuição para essa história”, enfatizou.

O presidente do Legislativo, Jaime Negherbon (PMDB), finalizou a solenidade. “A Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul comemora os 77 anos de emancipação política do município com a convicção de que o exercício da democracia é a mais importante forma de consolidarmos a qualidade de vida”.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Pela valorização do Legislativo

Como eleita a vereadora mais votada nas eleições de 2008, com 2861 sufrágios, sinto-me no dever de fazer algumas ponderações acerca da discussão sobre o aumento do número de vagas na Câmara, da qual sou protagonista, uma vez que terei de me manifestar sobre a emenda à Lei Orgânica através do voto.

Considero que as razões pelas quais algumas pessoas e entidades se manifestaram contrárias ao aumento de vereadores são um tanto quanto frágeis. Diferente do que se coloca, não estamos falando da sobra do orçamento da Câmara, mas de todo o orçamento do município, este ano da ordem de R$ 370 milhões.

Afinal, que são os vereadores senão os guardiões dos recursos públicos? Somos, ou deveríamos ser, cuidadores da aplicação do dinheiro que é de todos nós e que devem ser revertidos pelo Executivo em favor da coletividade, através dos investimentos em obras e serviços.

O problema, e aí reside minha indignação, frustração e decepção, é que alguns vereadores, e isso não é uma característica da atual legislatura, não estão cumprindo com suas verdadeiras funções. Ao contrário. Usam do mandato como trampolim visando apenas o aspecto pessoal, legislando em causa própria, isso quando não o trocam por cargos para si e para os seus.

E aí, entra todo mundo na mesma vala, bons e ruins. O discurso geral é: político não serve para nada! Infelizmente, a prática de alguns é generalizada em prejuízo a todos. E digo isto pela proximidade que tenho de meus eleitores, da comunidade que tem me procurado para criticar a postura de vereadores, que infelizmente ainda são confundidos com um fiscal de obras da Prefeitura.

Em um momento em que até a Lei da Ficha Limpa deixou de ser aplicada, em clara afronta a uma lei de iniciativa popular, é compreensível o sentimento de descrédito da população. Cabe a nós, políticos, detentores de mandatos, darmos o exemplo. Precisamos mostrar a força de um Legislativo forte, atuante, independente, comprometido com os interesses da coletividade.


Natália Lúcia Petry

Vereadora e presidente do PSB

quarta-feira, 23 de março de 2011

NATÁLIA RETORNA AOS TRABALHOS DO LEGISLATIVO

De retorno aos trabalhos na Câmara, a vereadora Natália Lúcia Petry (PSB) elencou, entre as ações do mandato para este ano, a dedicação à Comissão de Educação da Casa, ao qual retorna depois de ter presidido o Legislativo, no ano de 2010. “É uma área muito pertinente a minha atuação, e vou acompanhar as questões que envolvem esta comissão, como também vou trabalhar para agilizar outros projetos que tramitarem nesta Casa, como temos feito nos dois primeiros anos, aprovando 98% dos projetos aqui protocolados”, afirmou.

Natália também informou que irá trabalhar para que seja implantada a área de segurança escolar no município, como propôs ao Executivo em 2009 através de uma indicação acompanhada de um anteprojeto. Os assuntos relativos aos idosos, e a continuidade do Programa Câmara.Com Você também foram mencionados pela vereadora.

“Volto também na esperança de ver o legislativo forte independente, soberano, que merece o respeito e a quem compete o fortalecimento. Vou continuar desenvolvendo minhas funções dentro do que cumpre a lei, sempre com mais elevado espírito publico, e naquilo que possa contribuir para ajudar na reconstrução do município e minimizar o sofrimento de tantas pessoas”, declarou.

Ela informou que, no período em que esteve afastada, seu gabinete permaneceu ativo, e manteve o atendimento à comunidade, através de telefone, e-mails. Também disse que tem acompanhado o trabalho da Casa, através dos seus assessores, da TV Câmara e da imprensa. “Preferi, por decisão minha, recorrer ao INSS e solicitar o cancelamento da minha licença, uma vez que o médico pediu que permanecesse afastada por mais 60 dias. A partir de agora cumpro as minhas funções parcialmente, e quando o senhor solicitar estarei à sua disposição”, disse, referindo-se ao presidente Jaime Negherbon.

“Também quero agradecer ao senhor, que tem me acompanhado na minha recuperação, aos demais parceiros desta Casa, aos que não acompanharam de igual forma, funcionários, munícipes, orando por mim. E também quero perdoar aquelas pessoas que teceram comentários maldosos a respeito do meu estado de saúde”, finalizou.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

NATÁLIA SE MANIFESTA SOBRE AUMENTO DO NÚMERO DE VEREADORES


Em entrevista ao Jornal O Correio do Povo deste final de semana, 26 e 27 de fevereiro, a vereadora Natália falou à reporter Patricia Moraes sobre o seu pensamento com relação ao aumento do número de vereadores da Câmara Municipal de Jaraguá do Sul.
Confira a entrevista na íntegra:

NATÁLIA SE DIZ CONTRA O AUMENTO DE VEREADORES

Na manhã de ontem, com os dois pés enfaixados e utilizando muleta para conseguir caminhar, a vereadora licenciada Natália Petry (PSB) recebeu a nossa equipe em seu apartamento.

Ainda com pinos e embora a perícia tenha determinado que ela fique afastada até o dia 15 de abril, Natália diz que pretende assumir no dia 15 de março, um mês antes do previsto, nem que para isso tenha que assinar um termo de responsabilidade e utilizar temporariamente uma cadeira de rodas.

Firme nas suas convicções, a campeã de votos nessa legislatura declara ser contra o aumento no número de vereadores, por acreditar que primeiro é necessário que o Legislativo se concentre em cumprir com suas atribuições com responsabilidade e por defender uma postura de equilíbrio nos gastos públicos. Acha que a participação da comunidade em torno desse tema tem sido positiva e que a discussão deveria ser ampliada para necessidade de corte no número de comissionados na Prefeitura, hoje em torno de 300 em Jaraguá, situação que segundo ela é histórica e não um problema do governo atual.

Muitas dessas questões, a ex-presidente da Câmara espera que sejam contempladas com a reforma política, embora acredite que só uma revolução cultural e educacional seja capaz de mudar os índices alarmantes de corrupção registrados no país e alterar o relacionamento às vezes promíscuo entre os poderes. Na conversa, Natália também fala sobre a possível saída de Jair Pedri do PSB, nepotismo e eleições 2012. Veja abaixo:

Patricia Moraes - Nos últimos dias, a discussão sobre o aumento no número de vereadores tem envolvido toda comunidade. A senhora ainda vai estar de licença se o projeto for votado na próxima semana, mas, se estiver presente, o que o seu eleitor pode esperar?

Natália Petry- Eu tenho muita preocupação e respeito pelos meus eleitores e pela sociedade em geral. Apesar de estar com esse problema nos pés, minha cabeça continua funcionando muito bem. Tenho estado em contato com a minha base e com a minha família para fazer uma pesquisa e o eco é um só: não. Para piorar o que já está não precisa. Eu acredito que 19 vozes que realmente quisessem fazer o seu trabalho de fiscalizar, legislar e representar o povo, talvez fosse pouco. Mas, na realidade de hoje, 11 já é muito. Se eu tiver a oportunidade de votar, voto contra o aumento. Meu voto é não.

Enquanto não mudar esse cenário de que o Legislativo não cumpre com o seu papel, não só na esfera municipal, também na estadual e federal, onde o Executivo coopta a maioria para fazer o que bem entende, é melhor não aumentar.

Se fosse para fazer bons projetos, não precisaria ter a preocupação de ter a maioria, porque um legislador responsável vai aprovar os projetos que são bons para a sociedade, e a nossa Câmara provou isso. Não teria a necessidade de o Executivo assediar o Legislativo. Nós aprovamos no ano passado 98% dos projetos do Executivo e demos amplas condições para que a Prefeitura fizesse suas ações. Com a reforma política, isso também deve ser debatido

Patricia - A reforma política é justamente o tema da minha próxima pergunta. Que pontos espera que sejam debatidos e aprovados, pois parece que agora há um clima político para que ela realmente saia do papel?

Natália- Na minha volta para Câmara, vou promover uma ação para debater esse assunto. Uma das questões é que o povo não elege ninguém para ser secretário, diretor, ou qualquer outro cargo comissionado no Executivo. O povo elege seus representantes para que cada um faça o seu papel. Isso a reforma política deve discutir, uma vez eleito para determinado cargo, cumpra com a sua função. O f m da proporcionalidade eu concordo, porque eu não entendo como uma democracia pode priorizar um candidato que teve 200 votos em detrimento de alguém que recebeu dois mil votos. O fim da proporcionalidade e a eleição dos mais votados dentro das cadeiras disponibilizadas, isso é democracia, vence quem teve maioria.

As eleições unificadas, que no ano passado eu aprovei uma moção na Câmara de Vereadores, é outro ponto importante. Eleição de dois em dois anos é um prejuízo muito grande, as máquinas públicas param. Também defendo o fim da reeleição, com mandado de cinco ou seis anos, para todos os cargos. Isso não deixaria que certas ideias ou pessoas se perpetuassem no poder. A suplência de senador é outro absurdo, alguém que não teve voto não pode assumir uma cadeira no Senado, não está legitimado.

Acredito que o país iniciou um processo de amadurecimento ainda na aprovação da Lei da Ficha Limpa, que teve a participação da sociedade. E para que nosso sistema avance mais, essa questão precisa ser debatida nas escolas, nas casas, por todos. A educação é a única saída, até mesmo para questão da corrupção, que hoje é um problema que não está restrito ao poder público, é um mal muito presente em toda sociedade.

Patricia - O vereador Jair Pedri, seu suplente que agora ocupa uma cadeira na Câmara, anunciou que deve deixar o PSB por não querer concorrer com alguém que tenha tanta força como a senhora. Vocês já conversaram sobre o assunto?

Natália – Eu tenho muita proximidade com Jair, ele foi meu aluno no Abdon Batista. Nós temos um relacionamento franco, com certeza ele vai fazer falta, como qualquer integrante da sigla que sair. Na última eleição, o PSB conseguiu nove mil votos, fato histórico, o partido não existia em Jaraguá. As pessoas têm o direito de ir e vir, só acredito que esse fato de concorrer comigo não é motivo. A eleição é sempre uma incógnita.

Patricia – O que esperar de 2012. Veremos Natália candidata a prefeita ou a vice?

Natália- No momento em que o município passa por essas dificuldades envolvendo as enxurradas, seria até irresponsável se debruçar sobre essa questão. Temos muita coisa para fazer agora e já. Até 2012, muita coisa vai acontecer. Nesse momento todos que ocupam algum cargo público devem estar concentrados com a reconstrução e com o atendimento às pessoas atingidas. E ainda unir forças para termos projetos de prevenção, uma ação conjunta dos poderes e da comunidade. Por exemplo, hoje a tubulação de Jaraguá é a mesma de quando tinha 60, 70 mil habitantes, é preciso coibir com rigor o aterramento, e várias outras medidas, das quais a Câmara pode contribuir dentro das suas competências.

Então, eleições 2012, eu prefiro não falar por enquanto, mas lá na frente posso participar da discussão sobre um projeto de renovação, não contra ninguém. Cada um deve procurar o seu espaço, mas ainda não tenho nada definido, quero voltar o mais rápido possível para Câmara para tentar contribuir com projetos de prevenção, é isso que me motiva agora.

Patricia – No ano passado, a nova Lei Orgânica prevendo o fim do nepotismo para todo e qualquer cargo foi aprovada pelo Legislativo. Mas há um entendimento do Executivo de que essa alteração foi inconstitucional e o assunto foi levado para a Justiça. Com a possível volta de Ivo Konell, a senhora acredita que vai haver um movimento na Câmara?

Natália - Tivemos um trabalho muito árduo na elaboração da Lei Orgânica, tanto que a Câmara não pratica nenhum tipo de nepotismo. Não é nada contra o Ivo Konell, ou a família dele, é contra um sistema ainda muito comum em todo país. No intuito também de tentar moralizar, contribuir com um processo que começou na legislatura passada. Mas a Câmara já fez o seu papel, a Lei Orgânica está aí. No meu entendimento, enquanto não há uma decisão judicial, a lei está valendo, mas isso quem vai ter que decidir agora é a Justiça, não os vereadores. A discussão precisa ser de alto nível, não pode ser pessoal.


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

COMUNICADO

Gostaríamos de informar a todos que a vereadora Natália Lúcia Petry (PSB), encontra-se em licença médica, por conta de uma cirurgia de atrofia muscular nos tendões dos dedos dos pés. No mesmo procedimento, Natália também operou o Hallux valgus, popularmente conhecido como joanete, que a impede de caminhar.

De acordo com o cirurgião José Vicente Pansini, a vereadora deverá permanecer afastada por pelo menos 45 dias para que possa ter plena recuperação dos procedimentos cirúrgicos realizados.

O suplente Jair Pedri (PSB) permanece na Câmara de Vereadores, na cadeira da vereadora Natália Lúcia Petry (PSB) até o seu retorno.

A vereadora agradece a compreensão e apoio de todos e informa que os trabalhos do seu gabinete continuam sendo realizados normalmente.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

VEREADOR JAIR PEDRI ASSUME LUGAR DE NATÁLIA NO LEGISLATIVO

O suplente de vereador, Jair Pedri, assumiu nesta terça-feira, 01 de fevereiro, o lugar da Vereadora Natália Petry no Legislativo Jaraguaense.

Natália está de licença para tratamento de saúde, e Jair assume a cadeira pelos próximos 15 dias.

Retornando à Câmara pela segunda vez nesta legislatura, Jair Pedri destaca que, por ser uma passagem muito rápida, fica difícil atuar. "Nâo sou vereador, estou vereador", disse, acrescentando, porém, que apesar de não ter um projeto específico para o período, tem proposta "de contribuir neste momento em que a cidade precisa cada vez mais dos poderes unidos em função dos desastres".

GABINETE DA VEREADORA PROFESSORA NATÁLIA LÚCIA PETRY

Av. Getúlio Vargas, 621 - Centro
Jaraguá do Sul - Santa Catarina
Fone: (47) 3371-2510 Rama 205
Chefe de Gabinete: Dino de Lucca Moreria
Assessora Parlamentar: Fátima Junkes

"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível".
Francisco de Assis